Esculpido pela dinâmica da crosta terrestre, o Granito Copacabana revela sua origem metamórfica através de uma estrutura foliada impressionante. Copacabana apresenta uma alternância rítmica entre o branco do quartzo recristalizado e o cinza-profundo da biotita. Cada chapa é um registro visual de pressões milenares, oferecendo a arquitetos uma estética de movimento fluido e contraste natural que transforma qualquer ambiente com sofisticação geológica.
Cada detalhe nas rochas naturais é resultado da combinação perfeita de minerais que criam cores, veios e texturas impossíveis de reproduzir. Uma formação natural que carrega consigo a história da terra moldada a milhões de anos.
Mineral onipresente na crosta continental, composto de sílica pura. Essencial em granitos, arenitos e quartzitos, é conhecido por sua dureza elevada e brilho vítreo. Resistente ao tempo, forma a areia das praias. Tem muitas variedades coloridas, como ametista, e é vital para fabricar o vidro e relógios.

A série de minerais mais abundante da crosta terrestre, da família dos feldspatos. Composição química traz sódio, cálcio, alumínio e sílica. Essenciais para classificar rochas ígneas, variam do branco ao cinza. Comuns em basaltos e granitos, exibem estrias finas e típicas na superfície dos cristais.

Biotita - rica em ferro, magnésio e potássio. É comum em rochas ígneas, como granitos, e metamórficas, como gnaisses. Sua clivagem perfeita faz o mineral descamar em folhas finas, flexíveis e elásticas. A cor escura e o brilho vítreo são marcas visuais bastante típicas nas rochas da crosta.







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